Crime chocante: filho confessa que matou a mãe e deixou corpo dentro de apartamento em VG

O caso foi descoberto na manhã de quinta-feira (26); vizinhos desconfiaram do mau cheiro

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Reprodução

O homem acusado de matar a mãe, a servidora aposentada Eracy de Campos, de 71 anos, em Várzea Grande, se apresentou à Polícia Civil na noite de quinta-feira (26).

O caso de Eracy de Campos, que trabalhou por 39 anos no antigo Pronto-Socorro de Cuiabá, causou comoção. Seu filho, de 33 anos, ficou quase duas semanas com o corpo da mãe dentro de casa.

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) pediu a prisão preventiva do suspeito.

O homem foi interrogado pelo delegado Hércules Batista Gonçalves e confessou o crime. Ele revelou que matou a mãe no dia 13 de maio, durante uma discussão e que estava sob o efeito de drogas no momento dos fatos. O corpo foi localizado pela DHPP na manhã de quinta-feira (26).

A Eracy vivia no local há mais de 10 anos com o filho e há alguns dias os vizinhos começaram a sentir um forte cheiro vindo do apartamento.

Na quinta-feira, a síndica e o zelador foram até o apartamento, onde perguntaram para o suspeito sobre a sua mãe e ele disse que ela estava na cidade de Cáceres.

Enquanto estavam no apartamento, as testemunhas viram um pé sobre a cama, desconfiando que poderia se tratar da vítima, porém ficaram com medo e saíram do local, em seguida acionando a Polícia. Neste momento, o suspeito, percebendo que poderia ser descoberto, decidiu deixar o local, saindo do apartamento e trancando a porta.

A Polícia Militar esteve no local e arrombou a porta do aparamento. Neste momento os policiais encontraram o corpo já em estado de decomposição avançado em cima da cama, enrolado por vários cobertores.

O apartamento estava revirado, com roupas pelo chão e pratos de comida e alimentos espalhados, além de indícios de uso de drogas.

Policiais realizaram diligências para localizar o suspeito, porém sem êxito. Ele então se apresentou à DHPP no início da noite, sendo interrogado, e posteriormente liberado, conforme previsão legal de apresentação espontânea e uma vez que não havia ainda mandado de prisão decretado.

O delegado representou pela prisão preventiva do suspeito ao Poder Judiciário.

Fonte: Midia News

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