terça-feira, 27 de outubro de 202622:59
0 Entrar
Geral 24 de novembro de 2017

Justiça determina que Polícia Rodoviária Federal pague contratos com empresas de Mauro Mendes

A magistrada Anglizey Solivan de Oliveira, da Primeira Vara Cível da Comarca de Cuiabá, atendeu pedido em 7 de novembro na recuperação judicial do grupo Bimetal e determinou que a Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso pague por dois contratos já executados. A recuperação judicial abrange dívida de R$ 100 milhões. Contratos foram firmados com

Reprodução

A magistrada Anglizey Solivan de Oliveira, da Primeira Vara Cível da Comarca de Cuiabá, atendeu pedido em 7 de novembro na recuperação judicial do grupo Bimetal e determinou que a Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso pague por dois contratos já executados. A recuperação judicial abrange dívida de R$ 100 milhões.

Contratos foram firmados com a 2ª Superintendência Regional Polícia Rodoviária Federal (PRF/MT) e a 3ª Superintendência Regional Polícia Rodoviária Federal. Os valores não foram divulgados no processo. 
 
Segundo informado pela empresa, os produtos foram entregues e os serviços já prestados. Ainda segundo a Bimetal, o grupo em crise necessita da contraprestação para complementar seu fluxo de caixa e dar continuidade às suas atividades.
 
A Bimetal argumentou que reter o pagamento dos valores pelos serviços já executados e produtos já entregues configuraria enriquecimento ilícito da administração pública.
 
A recuperação

 
A magistrada Anglizey Solivan de Oliveira, da 1ª Vara Cível de Cuiabá, homologou no dia 6 de setembro de 2016 o plano de recuperação judicial do grupo Bipar, do qual faz parte a Bimetal Indústria Metalúrgica Ltda e outras três empresas. O aglomerado, que pertence ao ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, está endividado em cerca de R$ 100 milhões. 

O pedido de recuperação foi deferido no dia 5 de outubro de 2015. Conforme a ação, a intenção é preservar os postos de empregos diretos e saldar uma dívida de cerca R$ 100 milhões com fornecedores, bancos e outros, além de seguir com a execução de mais de R$ 200 milhões em contratos. 

Uma das causas da crise seria a exposição política do fundador do grupo, Mauro Mendes, especialmente depois da sua inclusão na investigação denominada Ararath.

Olhar Direto.

redaçao

Redação do Fala Meu Povo MT.

Ver matérias
Receba as notícias no celular:

Mais em Geral

Ver editoria