DHPP realiza buscas e apreensões para identificar terceiro executor de taxista
Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Judiciária Civil, deu cumprimento na manhã desta quarta-feira (18) a mandados de busca referente a inquérito policial que apura a morte do taxista Douglas da Silva Dantas, 34, em agosto de 2017. Na ocasião dos fatos, a tortura e homicídio com decapitação da vítima

Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Judiciária Civil, deu cumprimento na manhã desta quarta-feira (18) a mandados de busca referente a inquérito policial que apura a morte do taxista Douglas da Silva Dantas, 34, em agosto de 2017.
Na ocasião dos fatos, a tortura e homicídio com decapitação da vítima foram filmados e enviados à familiares de Douglas, que haviam noticiado o desaparecimento dele. O corpo da vítima foi encontrado ao lado do veículo de sua propriedade próximo ao aterro sanitário do Barreiro Branco, zona rural de Cuiabá.
Em decorrência das buscas realizadas nesta quarta-feira (18) nos bairros Ouro Fino e Jardim Brasil, na Capital, duas pessoas foram presas e conduzidas à delegacia por suspeita de integrarem organização criminosa. Investigações apontaram que apesar de, inicialmente, não possuir vínculo direto com o homicídio, os detidos possuem relação próxima com os executores e integram a mesma quadrilha.
Um dos presos foi identificado por coordenar cobranças referente a atividades de tráfico de drogas na região em que o taxista foi morto.
De acordo com o delegado adjunto da DHPP, Guilherme Fachinelli, já foram identificados três pessoas envolvidas na tortura e homicídio de Douglas, sendo o mandante (um reeducando) e dois executores (sendo um reeducando – preso após o crime- e outro suspeito, morto recentemente). As diligências atuais objetivaram reunir elementos que possibilitem a identificação do quarto e último envolvido no crime.
O executor da decapitação, Kelves Gonçalves da Silva, foi morto na madrugada de 27 de fevereiro em confronto com policiais civis da Gerência de Operações Especiais (GOE), em tentativa de prisão referente ao crime de sequestro de uma empresária na Capital, que culminou na tentativa de assassinato contra um policial civil, em novembro de 2017.
Para não frustrar os trabalhos investigativos de elucidação de um caso complexo em andamento, detalhamentos da identidade dos presos, mandantes e executor não serão divulgados nesse momento. Maiores informações serão repassadas no ato de conclusão do inquérito policial.
Redação do Fala Meu Povo MT.
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