Decon e Ipem realizam fiscalização em posto de combustível
A Delegacia Especializada do Consumidor (Decon), da Polícia Judiciária Civil, em parceira com o Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (IPEM/MT – INMETRO), realizou fiscalização em um posto de combustível, nesta quinta-feira (18.04). O estabelecimento comercial, localizado na região central de Cuiabá, foi alvo dos agentes públicos, após denúncia encaminhada à Decon, por

A Delegacia Especializada do Consumidor (Decon), da Polícia Judiciária Civil, em parceira com o Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (IPEM/MT – INMETRO), realizou fiscalização em um posto de combustível, nesta quinta-feira (18.04).
O estabelecimento comercial, localizado na região central de Cuiabá, foi alvo dos agentes públicos, após denúncia encaminhada à Decon, por uma pessoa supostamente vítima do golpe conhecido como “Bomba Fraudada”.
Conforme a queixa relatada no boletim de ocorrência, o cliente ao abastecer seu automóvel no referido posto de combustível, verificou que havia sido colocado 49,08 litros de gasolina, porém, o tanque não foi completado.
Diante da dúvida, a vítima foi a outro posto de combustível e completou o tanque, abastecendo mais 9,531 litros. Entretanto, somando os dois abastecimentos à quantidade é de 58,61 litros, o que ultrapassa a capacidade do tanque que é 50 litros, conforme consta no manual do veículo.
O delegado de polícia da Decon, Antonio Carlos de Araujo, informou que a partir da denúncia foi planejada a fiscalização no local e aferidos todos os bicos das bombas de combustível, para apurar a possível existência de bomba fraudada.
“O consumidor é lesado na medida em que está abastecendo seu veículo, com quantidade menor de produto que ele pagará segundo registrado na bomba de combustível”, destacou.
Bomba Fraudada ou Bomba Baixa
Na fraude conhecida como "Bomba Baixa", o consumidor é lesado na medida em que está abastecendo seu veículo com uma quantidade menor de produto do que ele pagará segundo o registrado na bomba de combustíveis. A diferença do que é mostrado no visor da bomba e o que efetivamente entra no tanque pode ser de 10% do volume. A fraude que se tornou vantajosa aos proprietários de postos por ter punições mais brandas, mas que, no entanto, lesa o consumidor na quantidade de combustível que entra no tanque.
Redação do Fala Meu Povo MT.
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