CST apresenta mapeamento do território de Tangará da Serra e Campo Novo do Parecis
Foi realizada na manhã desta segunda-feira (7) reunião da Câmara Setorial Temática (CST) com a finalidade de promover levantamentos sobre as terras de Mato Grosso e criar um plano de desenvolvimento para o estado, requerida pelo deputado estadual Oscar Bezerra (PV). No encontro, foi apresentado o resultado do trabalho de cruzamento de dados realizado para

Foi realizada na manhã desta segunda-feira (7) reunião da Câmara Setorial Temática (CST) com a finalidade de promover levantamentos sobre as terras de Mato Grosso e criar um plano de desenvolvimento para o estado, requerida pelo deputado estadual Oscar Bezerra (PV).
No encontro, foi apresentado o resultado do trabalho de cruzamento de dados realizado para mapear os territórios dos municípios de Tangará da Serra e Campo Novo do Parecis. Os responsáveis pelo levantamento são funcionários de cartórios dos dois municípios. Almir Azevedo (Cartório de Registro de Imóveis de Tangará da Serra) e Loivo Brum (Cartório de Registro de Imóveis de Campo Novo do Parecis) combinaram dados obtidos em diferentes órgãos e cartórios.
“Foi um trabalho muito árduo, técnico e minuncioso. Fomos montando um mosaico a partir das informações, peça por peça, como um quebra-cabeça”, explica Almir Azevedo. O mapeamento de Tangará chegou a 97% do território. Ele defende que órgãos como o Intermat e Incra façam uma integração dos dados que possuem, assim ele acredita ser possível mapear os demais municípios do estado de maneira mais prática e ágil.
O presidente da CST, Irajá Lacerda, comemorou o resultado entregue e também aposta na troca de dados para realização do mapeamento dos demais municípios de Mato Grosso. “Hoje foram os dois primeiros municípios. Mostramos que é possível. Também é possível que os órgãos se comuniquem, mas temos que verificar os meios”, avalia Lacerda.
Para ele, as dificuldades nos dois municípios são parecidas. “É preciso assegurar aos proprietários a segurança jurídica para que usem as terras e verificar as indenizações que a União deve pagar pelas terras desapropriadas para reservas indígenas”, afirmou durante a reunião. “A partir desse mapeamento vem o estudo jurídico e daí virão as soluções. Acredito que avançamentos muito”, concluiu Irajá Lacerda.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social AL-MT
Redação do Fala Meu Povo MT.
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