Presidente do PP descumpre orientação de partido e pede voto para Taques
O presidente do PP em Cuiabá, suplente de vereador Demilson Nogueira, que desde o mês de maio atua como presidente do Instituto de Terras do Estado de Mato Grosso (Intermat), está descumprindo as orientações de seu partido e vem apoiando publicamente a reeleição do governador Pedro Taques (PSDB). Durante entrega de títulos de regularização fundiária

O presidente do PP em Cuiabá, suplente de vereador Demilson Nogueira, que desde o mês de maio atua como presidente do Instituto de Terras do Estado de Mato Grosso (Intermat), está descumprindo as orientações de seu partido e vem apoiando publicamente a reeleição do governador Pedro Taques (PSDB).
Durante entrega de títulos de regularização fundiária em um assentamento para pessoas deficientes na zona rural de Cuiabá, nesta quinta-feira (28), Nogueira pediu para que os beneficiados dêem a oportunidade para que o governador conclua o serviço iniciado com um novo mandato nas eleições de outubro.
“O que temos para fazer é muito. São 131 assentamentos e glebas. São 49 bairros em Cuiabá. O trabalho é muito grande. Agora, com seis meses não vamos dar conta de terminar. Eu quero convidar os senhores para nós oportunizarmos o governador a concluir este serviço que maravilhosamente estamos iniciando, dando a ele um novo mandato na eleição que vem”, disse o presidente da autarquia.
Posição do PP
Nogueira foi nomeado por Taques no dia 15 de maio deste ano, contra a vontade do presidente do partido em Mato Grosso, deputado federal Ezequiel Fonseca, que disse ter ficado sabendo de sua posse por meio da imprensa.
De acordo com Fonseca, que classificou a ida do correligionário para o governo como uma tentativa de Taques causar racha na sigla, o partido deliberou por ampla maioria em uma reunião no mês de maio que nenhum filiado poderá fazer campanha para Taques.
“Ele pode até estar lá [no governo], mas não poderá fazer campanha para o Pedro. Ele continuará só como presidente, ou então terá que sair. Isso foi uma decisão pessoal dele e ele não tem autorização do partido para isso. Com a resolução que nós aprovamos, ele terá que apoiar candidato do partido”, disse Fonseca.
O Progressista segue no projeto de aliança com o grupo que lançará o senador Wellington Fagundes para o Governo. Atualmente, o projeto de coligação conta com o apoio de seis partidos. São eles: o MDB, PTB, PR, PSD, PCdoB, além do PP.
Fonte: Olhar Direto
Redação do Fala Meu Povo MT.
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