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Política 22 de novembro de 2018

Carlos Bolsonaro diz que general será secretário de Segurança Pública

Carlos Bolsonaro, um dos três filhos políticos do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), publicou nesta quarta-feira, 21, em sua conta no Twitter, que o general da reserva do Exército Carlos Alberto dos Santos Cruz, de 66 anos, foi escolhido pelo futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, para ocupar a Secretaria Nacional de Segurança Pública no

© Sylvain Liechti/Monusco General Carlos Alberto dos Santos Cruz

Carlos Bolsonaro, um dos três filhos políticos do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), publicou nesta quarta-feira, 21, em sua conta no Twitter, que o general da reserva do Exército Carlos Alberto dos Santos Cruz, de 66 anos, foi escolhido pelo futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, para ocupar a Secretaria Nacional de Segurança Pública no novo governo.

“Diferentemente de ALGUNS políticos babacas que ficam postando fotos para demonstrar intimidade inexistente para barganhar algo, deixo aqui meu testemunho, o General Santos Cruz, o novo Secretário Nacional de Segurança Pública é simplesmente uma ótima referência!”, escreveu Carlos na rede social.

Moro ainda não se pronunciou publicamente sobre a indicação do militar ao cargo na pasta.

Diferentemente de ALGUNS políticos babacas que ficam postando fotos para demonstrar intimidade inexistente para barganhar algo, deixo aqui meu testemunho, o General Santos Cruz, o novo Secretário Nacional de Segurança Pública é simplesmente uma ótima referência!

— Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) November 21, 2018

O general da reserva já ocupou a Secretaria de Segurança Pública durante o governo do presidente Michel Temer (MDB), entre abril de 2017 e junho de 2018, quando foi exonerado a seu pedido para atuar como consultor da Organização das Nações Unidas (ONU).

A secretaria é responsável por assessorar o ministério na implementação de políticas públicas na área de segurança pública. No posto, caso a nomeação se confirme, Santos Cruz será o responsável por coordenar o Conselho Nacional de Segurança Pública e as atividades da Força Nacional de Segurança Pública – que tem sido acionada em momentos de crise, como o recente reforço na fronteira de Roraima com a Venezuela.

Em 44 anos de carreira militar, Santos Cruz chegou à patente de general de divisão, a segunda mais alta na hierarquia, abaixo apenas de general de Exército. Ele comandou as missões de paz da ONU no Haiti, entre 2006 e 2009, e na República Democrática do Congo, de 2013 a 2015 – neste caso, deixou a reserva, em que estava desde 2012, a pedido das Nações Unidas, e voltou à ativa. A missão no Congo foi a primeira em que o organismo internacional autorizou o uso da força para impor a paz.

Em janeiro de 2018, a ONU divulgou um relatório coordenado por Carlos Alberto Santos Cruz em que ele recomenda mudanças na atuação de soldados em missões de paz, que devem “estar conscientes dos riscos e devem ser habilitados para tomar a iniciativa de deter, prevenir e responder a ataques”. “Esperar em postura defensiva apenas dá liberdade a forças hostis para decidir quando, onde e como atacar as Nações Unidas”, diz o relatório.

“Infelizmente, grupos hostis não entendem outra língua que não seja a da força”, afirma o documento, produzido a partir de uma visita de 45 dias de Santos Cruz e outros oficiais da ONU à República Democrática do Congo, à República Centro-Africana, ao Mali e ao Sudão do Sul.

 

Fonte: Portal MSN 

 

 

redaçao

Redação do Fala Meu Povo MT.

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