Botelho diz que agro precisa contribuir, mas defende o setor: “nossa galinha dos ovos de ouro”
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), declarou durante audiência pública que tratou sobre a taxação do agronegócio que chegou a hora do dos produtores rurais contribuírem mais com Mato Grosso, entretanto defendeu que o setor não seja marginalizado, pelas conquistas que já trouxe para o Estado. A audiência solicitada pelo deputado estadual

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), declarou durante audiência pública que tratou sobre a taxação do agronegócio que chegou a hora do dos produtores rurais contribuírem mais com Mato Grosso, entretanto defendeu que o setor não seja marginalizado, pelas conquistas que já trouxe para o Estado.
A audiência solicitada pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB) aconteceu no Plenário das Deliberações "Deputado Renê Barbour” na tarde desta quinta-feira (29). Botelho, o primeiro a falar, começou seu discurso valorizando o agronegócio.
“Não podemos também assassinar nossa galinha dos ovos de ouro, demonizar o setor. Se tem alguém que merece respeito nesse pais, é quem produz alimento, quem produz comida”, disse.
Todavia, o parlamentar recordou que os incentivos cedidos ao setor já acumulam décadas e que o agronegócio tem o dever de ajudar o restante da população, principalmente a mais pobre neste momento de crise em que vive Mato Grosso.
“Os incentivos e a desoneração para o setor produtivo foram importantes e justas, mas não podemos esquecer que toda a sociedade contribuiu, do mais humilde ao mais abastardo. Já se foram 22 anos, a realidade hoje mudou muito, temos uma elite hoje muito especifica que está rica e cada vez mais concentra riqueza. Do outro lado temos a esmagadora maioria da sociedade que é pobre e vai ficando mais pobre pois está ficando mais longe do topo da pirâmide econômica”, analisou.
O parlamentar, por fim, explicou que o motivo da discussão não é deixar os ricos mais pobres e, sim, diminuir o abismo entre as grandes riquezas e os setores menos favorecidos da sociedade.
“Nossa imposição não é para empobrecer os ricos e sim para diminuir a distancia entres esses dois extremos, dar melhores condições para que a esperança e a certeza de dias melhores seja também uma realidade para a nossa gente, afinal todo mundo merece oportunidade de dias melhores. Acredito que o setor produtivo do estado já está estabilizado e maduro o suficiente para ter essa estabilidade e dar uma maior contribuição na receita física do estado”, concluiu
Fonte: Olhar Direto
Redação do Fala Meu Povo MT.
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