AL vai interromper recesso de janeiro para votação de LOA e reforma administrativa
O quadro desolador das finanças do Estado apresentado pelo govenador eleito Mauro Mendes (DEM) na manhã de quarta-feira (5) durante encontro na Assembleia Legislativa deverá levar os deputados a adiarem o recesso parlamentar de janeiro para votarem alguns projetos do novo governo com o objetivo de enfrentar a crise. O recesso está previsto para deve

O quadro desolador das finanças do Estado apresentado pelo govenador eleito Mauro Mendes (DEM) na manhã de quarta-feira (5) durante encontro na Assembleia Legislativa deverá levar os deputados a adiarem o recesso parlamentar de janeiro para votarem alguns projetos do novo governo com o objetivo de enfrentar a crise. O recesso está previsto para deve iniciar no próximo dia 21, com retorno previsto para 13 de janeiro.
“Provavelmente, os deputados precisarão trabalhar em janeiro, sim. Vamos conversar com os deputados porque algumas dessas medidas já terão que ser votadas após o Mauro tomar posse. O mandato dos deputados vai até 31 de janeiro e o Mauro vai precisar de todos para votar as medidas urgentes”, revelou o presidente Eduardo Botelho (DEM).
Entre os projetos que deverão ser votados em janeiro estão a Lei Orçamentaria Anual (LOA) de 2019 e a reforma administrativa que prevê o corte de 24 para 15 secretarias e a redução de 20 empresas públicas. “Temos muitas medidas, principalmente, a da reforma administrativa, que ainda está sendo elaborada. Estamos dispostos, a partir de janeiro, para trabalhar, aprovar as leis que
forem necessárias, pois o governador já sabe que vai precisar muito da Assembleia”, completou.
Sobre a LOA, Botelho explicou que o atual Governo ainda não a enviou para a Assembleia. Ele acredita que devido à proximidade do recesso de fim de ano, a proposta deva ser votada mesmo somente em janeiro. Adiantou, porém, que Mauro Mendes solicitou que o parlamento aprove um Orçamento dentro da realidade que o Governo atravessa. “O governador eleito mostrou a situação que vai ter para o próximo ano. Ele nos disse que já vamos entrar com um déficit de R$ 1,5 bilhão mais ou menos, e de todas essas dificuldades financeiras que o Estado vai ter. Por isso, ele pediu que o orçamento seja realista. Se o orçamento não cobre os custos principais do estado, que se coloque isso, respeitando o fluxo de receitas e despesas”, concluiu
O quadro desolador das finanças do Estado apresentado pelo govenador eleito Mauro Mendes (DEM) na manhã de quarta-feira (5) durante encontro na Assembleia Legislativa deverá levar os deputados a adiarem o recesso parlamentar de janeiro para votarem alguns projetos do novo governo com o objetivo de enfrentar a crise. O recesso está previsto para deve iniciar no próximo dia 21, com retorno previsto para 13 de janeiro.
“Provavelmente, os deputados precisarão trabalhar em janeiro, sim. Vamos conversar com os deputados porque algumas dessas medidas já terão que ser votadas após o Mauro tomar posse. O mandato dos deputados vai até 31 de janeiro e o Mauro vai precisar de todos para votar as medidas urgentes”, revelou o presidente Eduardo Botelho (DEM).
Entre os projetos que deverão ser votados em janeiro estão a Lei Orçamentaria Anual (LOA) de 2019 e a reforma administrativa que prevê o corte de 24 para 15 secretarias e a redução de 20 empresas públicas. “Temos muitas medidas, principalmente, a da reforma administrativa, que ainda está sendo elaborada. Estamos dispostos, a partir de janeiro, para trabalhar, aprovar as leis que
forem necessárias, pois o governador já sabe que vai precisar muito da Assembleia”, completou.
Sobre a LOA, Botelho explicou que o atual Governo ainda não a enviou para a Assembleia. Ele acredita que devido à proximidade do recesso de fim de ano, a proposta deva ser votada mesmo somente em janeiro. Adiantou, porém, que Mauro Mendes solicitou que o parlamento aprove um Orçamento dentro da realidade que o Governo atravessa. “O governador eleito mostrou a situação que vai ter para o próximo ano. Ele nos disse que já vamos entrar com um déficit de R$ 1,5 bilhão mais ou menos, e de todas essas dificuldades financeiras que o Estado vai ter. Por isso, ele pediu que o orçamento seja realista. Se o orçamento não cobre os custos principais do estado, que se coloque isso, respeitando o fluxo de receitas e despesas”, concluiu
Fonte: odocumento
Redação do Fala Meu Povo MT.
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