Selma estreia em vida pública e Jayme retorna ao Congresso Nacional nesta sexta-feira
Nesta sexta-feira (1), 54 dos 81 senadores vão iniciar os seus mandatos em Brasília. A cerimônia de posse ocorre antes das reuniões em que serão eleitos o novo presidente da Casa e os demais integrantes da Mesa. No total, são três reuniões, chamadas de preparatórias. A primeira delas, destinada à posse, está marcada para 15h.

Nesta sexta-feira (1), 54 dos 81 senadores vão iniciar os seus mandatos em Brasília. A cerimônia de posse ocorre antes das reuniões em que serão eleitos o novo presidente da Casa e os demais integrantes da Mesa. No total, são três reuniões, chamadas de preparatórias. A primeira delas, destinada à posse, está marcada para 15h.
Por Mato Grosso, tomarão posse a juíza aposentada Selma Arruda (PSL), candidata mais votada em outubro, com 678,5 mil votos, e o ex-senador Jayme Campos (DEM), que ficou com a segunda vaga, com pouco mais de 490 mil votos.
Os dois parlamentares eleitos vão se juntar a Wellington Fagundes (PR), que foi eleito em 2014 e terminará o seu mandato em 2023.
Veja perfil dos dois senadores empossados:
Selma Arruda (PSL): Natural de Camaquã (RS), Selma se aposentou no ano passado pelo Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, onde trabalhou como juíza por 22 anos, atuando em vários municípios do Estado. No comando da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, ganhou destaque nacional pelo seu trabalho na Operação Sodoma, que resultou na prisão do ex-governador Silval Barbosa, do ex-presidente da Assemleia Legislativa José Geraldo Riva e de outros políticos. Em abril de 2018, filiou-se ao PSL de Jair Bolsonaro e na eleição de outubro alcançou 24,6% dos votos válidos com as promessas de campanha de atuar em defesa do agronegócio, da educação e da segurança pública, no combate à corrupção e à sonegação fiscal, pelo equilíbrio na distribuição de renda e para que Mato Grosso receba mais recursos federais.
Jayme Campos (DEM): Nascido em Várzea Grande, Jayme Campos iniciou sua vida pública ainda pela Arena, nos anos 70, ajudando o irmão Júlio Campos em campanhas eleitorais. Foi prefeito de sua cidade natal por três mandatos, exerceu o cargo de governador de Mato Grosso, entre 1991 e 1995, e foi senador entre 2007 e 2015. Eleito com 17,8% dos votos válidos, disse durante sua campanha que é a favor da aprovação de norma que libere o uso de terras indígenas para a produção e da melhoria da qualidade de vida dos índios. Ele também defendeu a homologação das delações premiadas e o fim da imunidade parlamentar.
Fonte: Olhar Direto
Redação do Fala Meu Povo MT.
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