Dançarina de MT cita ‘emoção sem explicação’ ao desfilar em duas escolas na Sapucaí
A dançarina do grupo Flor Ribeirinha, Welly Gomes, agradeceu em suas redes sociais pela oportunidade de desfilar pelas escolas de samba Estácio de Sá e Salgueiro, no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, Rio de Janeiro, neste último final de semana. Leia mais: Dançarina do grupo Flor Ribeirinha terá jornada dupla na Sapucaí Nas redes socias,

A dançarina do grupo Flor Ribeirinha, Welly Gomes, agradeceu em suas redes sociais pela oportunidade de desfilar pelas escolas de samba Estácio de Sá e Salgueiro, no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, Rio de Janeiro, neste último final de semana.
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Dançarina do grupo Flor Ribeirinha terá jornada dupla na Sapucaí
Nas redes socias, Welly Gomes agradece toda a equipe da Estácio de Sá por desde o começo ter acolhido ela com todo respeito e carinho. Em outra publicação, ela acrescenta: “Gratidão é estar com a alma sorrindo de felicidade pelos presentes que a vida traz e pelos bons ventos que ela sopra”.

A dançarina teve jornada dupla neste carnaval, desfilando pela Salgueiro no domingo (03) como destaque no carro abre-alas, representando uma pomba branca, como símbolo da paz. Já na segunda-feira (04), a moça ficou a frente do segundo carro alegórico da Estácio de Sá, com a fantasia 'Fascinante da Natureza'.
Esta não é a primeira vez que Welly desfila pela Estácio, sendo este o seu segundo ano consecutivo.
Já o convite para desfilar pela Salgueiro aconteceu há poucas semanas. "Em um evento da Estácio com a bateria do Salgueiro, me viram dançando. Então na semana passada, recebi uma mensagem com o convite para desfilar", explica a dançarina.
Enredos
A Salgueiro entrou na avenida no primeiro dia recontando a história de Xangô, trazendo o orixá como símbolo de religiões e da imparcialidade. O enredo da escola também misturou justiça, religião e a história da própria escola.
O desfile da escola de samba Estácio de Sá aconteceu durante o segundo dia de desfiles na Sapucaí. Sendo a terceira a desfilar, a escola trouxe como enredo “A fé que emerge das águas”, que contou a história do Panamá por meio de uma das festas mais tradicionais por lá: a procissão de Jesus de Nazareno, o Cristo Negro.
Redação do Fala Meu Povo MT.
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