Juíza pede reforço para audiência com líderes do Comando Vermelho e ex-diretores da PCE
Fonte: Olhar Juridico A juíza Ana Cristina Silva Mendes, da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, determinou reforço de agentes prisionais em processo proveniente da Operação Assepsia, desencadeada durante o mês de junho para barrar entrada de celulares na Penitenciária Central do Estado (PCE). Audiências ocorrerão nos dias 23 e 24 de outubro, ocasião em que serão inquiridas

Fonte: Olhar Juridico
A juíza Ana Cristina Silva Mendes, da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, determinou reforço de agentes prisionais em processo proveniente da Operação Assepsia, desencadeada durante o mês de junho para barrar entrada de celulares na Penitenciária Central do Estado (PCE). Audiências ocorrerão nos dias 23 e 24 de outubro, ocasião em que serão inquiridas as testemunhas e interrogados os réus. Dois supostos lideres do Comando Vermelho são acionados.
“Solicito reforço no quadro de Agentes Prisionais da Carceragem do Fórum desta Comarca, com a presença do SOE enquanto as audiências estiverem sendo realizadas nos dias 23 e 24 de outubro de 2019, às 09:00 horas, por se tratar da realização de ato com a presença de suposta liderança da Organização Criminosa ‘Comando Vermelho’”, despachou a juíza no djia 26 de setembro.
O julgamento contra os ex-diretores da PCE, Revétrio Franciso da Costa e Reginaldo Alves dos Santos, assim como contra Luciano Mariano da Silva e Paulo Cezar dos Santos (ambos pertencentes ao Comando Vermelho), são responsabilidade de Ana Cristina, na Sétima Vara.
A Operação Assepsia apurou facilitações para entrada de aparelhos celulares na Penitenciária Central do Estado. No dia 6 de junho, foram localizados 86 aparelhos celulares, dezenas de carregadores, chips e fones de ouvido. Todo o material estava acondicionado dentro da porta de um freezer, que foi deixado na unidade para ser entregue a um dos detentos.
Parte do processo, contra Cleber de Souza Ferreira, Ricardo de Souza Carvalhaes de Oliveira e Denizel Moreira dos Santos Júnior, todos policiais militares, foi enviada ao juízo da Décima Primeira Vara Criminal de Cuiabá, especializada justamente em Justiça militar. A decisão que desmembrou a ação, enviado parte do processo ao juízo militar, foi estabelecido pela Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
Redação do Fala Meu Povo MT.
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