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Geral 5 de dezembro de 2019

Mauro é ouvido na Justiça Federal em processo sobre simulação para compra de apartamento de luxo

Fonte:Olhar Direto O governador Mauro Mendes (DEM) é ouvido na manhã desta quinta-feira (5) na sede da Justiça Federal em Cuiabá, sobre um processo em que é julgado pela simulação de empréstimo para a aquisição de um apartamento de luxo em Cuiabá, penhorado em leilão judicial. Além de Mauro, também é parte no processo a

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Fonte:Olhar Direto

O governador Mauro Mendes (DEM) é ouvido na manhã desta quinta-feira (5) na sede da Justiça Federal em Cuiabá, sobre um processo em que é julgado pela simulação de empréstimo para a aquisição de um apartamento de luxo em Cuiabá, penhorado em leilão judicial.

Além de Mauro, também é parte no processo a juíza federal da justiça trabalhista aposentada compulsoriamente por decisão unânime em processo administrativo disciplinar, Carla Reita Faria Leal, a quem teria sido repassado o apartamento previamente adquirido por Mauro.
 
O governador chegou à sede da Justiça Federal por volta das 8h. Ele seguiu pela entrada privativa, utilizada pelos juízes federais, e não falou com a imprensa.

Segundo o MPF, a ação é resultado de inquérito instaurado para apurar a aquisição, em 2011, de um apartamento de luxo por parte da então juíza do Trabalho da 8ª Vara do Trabalho de Cuiabá, Carla Reita Faria Leal.

O imóvel havia sido inicialmente adquirido por Mauro Mendes em 2 de dezembro de 2009, em leilão público promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho ao qual a juíza era vinculada. Passado mais de um ano, o apartamento foi repassado para Carla Reita.

Segundo o MPF, como juíza do Trabalho, Carla Reita não poderia comprar imóvel que tivesse sido objeto de leilão público promovido por órgão do tribunal a que pertence ou está vinculada.

Para fugir da vedação legal imposta aos magistrados, a juíza trabalhista e Mauro Mendes realizaram uma simulação de dação em pagamento – que seria uma das exceções legais à aquisição do imóvel pela magistrada – como forma de pagamento de um suposto empréstimo que ambas as partes alegam ter existido no ano de 2009.

redaçao

Redação do Fala Meu Povo MT.

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