Juíza nega soltura a membros de quadrilha que explodiu caixa eletrônico e ‘limpou’ dinheiro com Whisky
Fonte: Olhar Juridico A juíza Silvana Ferrer Arruda, da 5ª Vara Criminal de Cuiabá, negou os pedidos de revogação de prisão preventiva feitos pelas defesas de oito acusados de explodir um caixa eletrônico de uma agência do Banco do Brasil, no bairro CPA II, em setembro do ano passado. Foi recuperada pela polícia a quantia

Fonte: Olhar Juridico
A juíza Silvana Ferrer Arruda, da 5ª Vara Criminal de Cuiabá, negou os pedidos de revogação de prisão preventiva feitos pelas defesas de oito acusados de explodir um caixa eletrônico de uma agência do Banco do Brasil, no bairro CPA II, em setembro do ano passado. Foi recuperada pela polícia a quantia de R$ 102.750. Parte do dinheiro estava sendo ‘lavado’ com Whisky quando foi encontrado.
A magistrada ainda determinou que a delegada Juliana Chiquito, da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), encaminha as imagens das câmeras de segurança do banco e a perícia dos celulares apreendidos.
Foram mantidas as prisões de Erik Felipe da Silva Almeida, Wancley Etcheveer de Campos, Gabriel David de Campos Silva, Eneilton de Oliveira Martins da Conceição, André Felipe Alves Mendes, Leonardo Souza Novais de Alencar, Maxwell Nogueira Silva e Luan Reis do Nascimento.
Eles foram detidos em setembro de 2019, juntamente com um adolescente de 16 anos, suspeitos de explodir o caixa eletrônico do Banco do Brasil e furtar uma grande quantia em dinheiro.
Com eles a polícia encontrou capacetes, roupas parecidas com as que foram utilizadas no crime, um revólver calibre 32, uma grande quantia de Whisky, celulares, documentos e alguns outros itens. Foi recuperada a quantia de R$ 102.750.
No dia da prisão os policiais encontraram três bacias com o dinheiro furtado, submerso em Whisky, na tentativa de retirar a tinta solta pelo caixa eletrônico, quando é aberto. Também foi apreendido um Fiat Siena, que teria sido utilizado no crime.
Os oito suspeitos pediam o relaxamento ou revogação das prisões preventivas, porém os pedidos foram indeferidos. A juíza agendou audiência de instrução para o próximo dia 14 de janeiro e oficiou a delegada Juliana Chiquito para que encaminhe as imagens das câmeras de segurança do banco, bem como as perícias dos celulares
Redação do Fala Meu Povo MT.
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