Bruno diz que não foi avisado pelo Operário sobre desistência: “Fiquei sabendo pela imprensa”
Fonte: Olhar Direto goleiro Bruno Fernandes relatou tristeza após desistência de contratação do desistência do Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense (CEOV). Ele afirmou que após reunião da direção, não foi comunicado da decisão, mas ficou sabendo através da imprensa. “Eu fiquei triste, me abati, porque sou um ser humano. O que me chamou muita atenção, é

Fonte: Olhar Direto
goleiro Bruno Fernandes relatou tristeza após desistência de contratação do desistência do Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense (CEOV). Ele afirmou que após reunião da direção, não foi comunicado da decisão, mas ficou sabendo através da imprensa. “Eu fiquei triste, me abati, porque sou um ser humano. O que me chamou muita atenção, é que depois que fizeram a reunião da diretoria, e chegaram à conclusão que não iria mais me contratar, não falaram comigo. Eu fiquei sabendo por parte da imprensa”, disse
“Estou buscando a oportunidade de trabalhar, de começar minha vida. É uma pergunta que eu faço todo dia para mim mesmo. Por que eu não posso voltar a fazer o que eu amo?A sociedade é a primeira a cobrar daquela pessoa que ela tem que voltar a trabalhar, porque faz parte. A ressocialização de um preso, a sociedade tambem é responsável por isso. Só que ao mesmo tempo que ela cobra, que o indivíduo tem que voltar a trabalhar, mas ela não dá a oportunidade para o cara voltar a trabalhar”, afirma.
Bruno foi condenado a mais de 20 anos de prisão pelo sequestro, assassinato e ocultação do cadáver de Eliza Samudio, em 2010. O comunicado sobre a desistência das negociações foi emitido à imprensa no começo da tarde de quarta-feira (22). O clube cedeu à pressão da opinião pública e ao medo de perder recursos importantes para o ano em que disputará a Copa do Brasil e tem feito um planejamento visando o Campeonato Mato-grossense.
Diante da onda de manifestações contrárias, as empresas Pork Premium e Locar Gestão de Resíduos haviam desistido de patrocinar o time, para não terem a imagem associada à do atleta condenado pela Justiça. Anteriormente, a Martinello e a cooperativa Sicredi, que patrocinam o Campeonato Mato-grossense, desautorizaram o uso das respectivas marcas nos uniformes do time e em painéis utilizados em entrevistas.
Redação do Fala Meu Povo MT.
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