Quando fui governador, nunca tive secretário preso, dispara Júlio Campos contra Taques
Fonte: Olhar Juridico Após recurso de apelação, o Tribunal de Justiça (TJMT), por meio da 2ª Câmara de Direito Público e Coletivo, ampliou a condenação por ato de improbidade administrativa imposta em primeira instância ao ex-prefeito de Tangará da Serra (239km de Cuiabá), Saturnino Masson. De acordo com o acórdão, o prazo de suspensão dos

Fonte: Olhar Juridico
Após recurso de apelação, o Tribunal de Justiça (TJMT), por meio da 2ª Câmara de Direito Público e Coletivo, ampliou a condenação por ato de improbidade administrativa imposta em primeira instância ao ex-prefeito de Tangará da Serra (239km de Cuiabá), Saturnino Masson. De acordo com o acórdão, o prazo de suspensão dos direitos políticos aumentou para cinco anos e o valor da multa para 30 vezes o valor da remuneração recebida enquanto prefeito, na época dos fatos.
A condenação aplicada inicialmente à Sociedade Empresária Marfrig Alimentos S.A. também foi modificada. A empresa terá, agora, que arcar com o pagamento de danos morais coletivos no valor de R$ 7 milhões, a ser destinado à Associação Mato-Grossense de Combate ao Câncer (Hospital de Câncer de Mato Grosso) e de multa civil no importe de R$ 1,4 milhão.
No mesmo acórdão, proferido no fim de 2019, a 2ª Câmara de Direito Público e Coletivo negou provimento aos recursos interpostos pelo suplente de deputado estadual Sartunino Masson, frigorífico Marfrig Alimentos S.A. e pelos servidores públicos municipais de Tangará da Serra Edirson José Oliveira e Eunice de Fátima Cavalari.
Processo foi proposto em 2012 e julgada procedente em 2017, quando os requeridos foram condenados por esquema de fraude no pagamento de servidores municipais que atuavam junto ao Serviço de Inspeção Federal e eram responsáveis pela inspeção no frigorífico.
Atualmente Saturnino Masson é suplente do deputado estadual Carlos Avallone (PSDB) na Assembleia Legislativa.
O caso
Na ação, o MPE relatou que investigações constataram que, associada aos requeridos e sob uma falsa aparência de legalidade, a inspecionada Marfrig Alimentos S.A. custeava a folha de pagamento dos agentes fiscais do Serviço de Inspeção Federal, contratados pela administração municipal de Tangará da Serra.
“O município celebrou Termo de Cooperação Técnica com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para atender as exigências internacionais na inspeção sanitária de carnes destinadas a exportação. No entanto, fraudulentamente, quem custeava os servidores municipais de inspeção era a empresa Marfrig Alimentos S/A. Em seis anos foram repassados fraudulentamente mais de R$ 7 milhões”, narrou a ação.
Redação do Fala Meu Povo MT.
Mais em Geral
Ver editoriaRotam recupera motocicleta e duas armas de fogo furtadas de empresa de segurança
Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tática Móvel (Rotam) recuperaram, nesta quinta-feira (25.12), uma motocicleta e duas…
CuiabáEntenda como será o sorteio das mil famílias aptas a participar do programa habitacional
A Prefeitura de Cuiabá publicou (AQUI) as regras que orientam o processo de seleção e sorteio das famílias aptas ao Programa Habitacional…
GeralFlamengo dispara rumo ao título do Brasileirão 2025
O empate por 1 a 1 entre Flamengo e Atlético-MG, nesta terça-feira (25), na Arena MRV, teve sabor de quase-consagração. Com o gol salvador…

