Contra quarentena, empresários dizem que dá para estagnar curva da Covid-19 e abrir comércio
Fonte: Olhar Direto Entidades empresariais divulgaram uma carta aos prefeitos de Cuiabá e Várzea Grande, Emanuel Pinheiro (MDB) e Lucimar Campos (DEM), respectivamente, diante da possibilidade da reedição das medidas de restrição das atividades dos comércios e serviços consideradas não essenciais. No documento, eles citam que é possível manter o comércio aberto e estagnar a

Fonte: Olhar Direto
Entidades empresariais divulgaram uma carta aos prefeitos de Cuiabá e Várzea Grande, Emanuel Pinheiro (MDB) e Lucimar Campos (DEM), respectivamente, diante da possibilidade da reedição das medidas de restrição das atividades dos comércios e serviços consideradas não essenciais. No documento, eles citam que é possível manter o comércio aberto e estagnar a curva de crescimento da pandemia do novo coronavírus.
A carta considera o funcionamento do comércio fundamental para atender às demandas das atividades essenciais e da própria indústria, e cita que todos se relacionam de maneira encadeada, com fornecimento de insumos, matérias-primas, refeições, uniformes, serviços de manutenção, limpeza e inúmeros outros.
“Criamos, divulgamos, treinamos e cobramos de nossos associados o cumprimento de cartilhas que desenvolvemos dentro dos critérios e procedimentos de segurança determinados pelos organismos de saúde mundial, federal, estadual e municipal”, diz trecho da carta.
No entanto, pontuam o fato que as pessoas, de uma maneira geral, adotam comportamentos distintos quando em lugares externos (bancos e lojas), o que causa o aumento da contaminação nestas situações, diferentemente quando realizam compras de produtos e serviços.
Diante disso, as entidades defendem uma série de medidas, sendo elas: 100% da frota de ônibus circulando; entrega de medicamentos nos PAs e UPAs, quando constatados os primeiros sintomas equivalentes aos da Covid-19; testagem em massa com a finalidade de detectar contaminados e principalmente os assintomáticos, determinando seu isolamento e checando seu círculo de relacionamentos; campanha sistemática de conscientização sobre a necessidade de isolamento social, saindo de casa apenas quando extremamente necessário; diálogo constante das prefeituras com o setor comercial, especialmente quanto à tomada de medidas que atinjam nossas atividades.
A carta defende que os requisitos mínimos de funcionamento sejam considerados para um check list. O não cumprimento dos itens ensejaria no fechamento imediato da empresa até sua regularização. Já as empresas que estiverem dentro das recomendações poderão receber o ‘Alvará Covid’.
A carta foi assinada pelas seguintes entidades: Federação Do Comércio De Bens, Serviços E Turismo Do Estado De Mato Grosso (Fecomércio), Federação Das Indústrias Do Estado De Mato Grosso (Fiemt), Federação Das Câmaras De Dirigentes Lojistas Do Estado De Mato Grosso (Fcdl-MT), Federação Das Associações Comerciais E Empresariais Do Estado De Mato Grosso (Facmat), Câmara De Dirigentes Lojistas De Cuiabá (Cdl Cuiabá), Câmara De Dirigentes Lojistas De Várzea Grande (Cdl Várzea Grande), Associação Comercial E Empresarial De Cuiabá (Accuiabá), Associação Comercial E Industrial De Várzea Grande (Acivag).
Redação do Fala Meu Povo MT.
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