Promotor acusado de vazar grampo é mantido como parte em ação movida por desembargador
Fonte: Olhar Direto O desembargador João Ferreira Filho, membro do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso que buscava retirar o promotor de Justiça Marco Aurélio de Castro da lista de partes acionadas em ação por danos morais proposta pelo desembargador Marcos Machado. Decisão é do dia 12 de agosto. O membro do

Fonte: Olhar Direto
O desembargador João Ferreira Filho, membro do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso que buscava retirar o promotor de Justiça Marco Aurélio de Castro da lista de partes acionadas em ação por danos morais proposta pelo desembargador Marcos Machado. Decisão é do dia 12 de agosto.
O membro do Ministério Público é acusado de quebrar sigilo de interceptação telefônica envolvendo Marcos Machado, fato supostamente ocorrido durante a Operação Ouro de Tolo, contra a ex-primeira dama Roseli Barbosa.
Marco Aurélio argumentou “que é parte ilegítima para responder à pretensão indenizatória”, pois “os fatos que lhe são imputados na petição inicial (…) teriam ocorrido quando exercia as funções de promotor”.
Segundo o membro do Ministério Público, a ação de indenização deveria ser proposta contra o Estado. Conforme Marco Aurélio, o promotor não age em nome próprio, mas em nome do Estado, razão pela qual não pode ser diretamente responsabilizados por possíveis danos causados a terceiros no exercício de suas funções.
Em sua decisão, João Ferreira Filho alertou a agravo de instrumento não é instrumento jurídico adequado para reavaliar decisão que versa sobre as condições da ação.
“Portanto, sendo irrecusável a conclusão de que inexiste, ante as circunstâncias do caso, urgência agônica a legitimar a admissão excepcional do agravo de instrumento fora das hipóteses legais, impõe-se, por consequência, o reconhecimento da ausência de requisito extrínseco de admissibilidade deste agravo de instrumento”, finalizou o desembargador.
O caso
Na ocasião da Operação Ouro de Tolo, o desembargador Marcos Machado teve conduta questionada após divulgação de uma escuta telefônica com Silval Barbosa.
Os áudios obtidos junto ao Ministério Público foram expostos pela TV Centro América. A reportagem veiculou um diálogo suspeito entre as partes, gerando especulações sobre possível favorecimento.
O diálogo sugeria, num primeiro momento, que o interlocutor de Silval da Cunha Barbosa estaria, de alguma maneira, tentando interceder perante a Corte de Justiça mato-grossense em favor de Roseli Barbosa.
Segundo investigação do próprio Ministério Público, em gozo de férias compensatórias, Marco Aurélio de Castro que lhe fosse entregue um CD-ROOM com as conversas. No mesmo dia o CD desapareceu dos arquivos da coordenação e logo no início da noite os diálogos foram exibidos com exclusividade em um telejornal da TV Centro América, afiliada da Rede Globo.
Redação do Fala Meu Povo MT.
Mais em Geral
Ver editoriaRotam recupera motocicleta e duas armas de fogo furtadas de empresa de segurança
Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tática Móvel (Rotam) recuperaram, nesta quinta-feira (25.12), uma motocicleta e duas…
CuiabáEntenda como será o sorteio das mil famílias aptas a participar do programa habitacional
A Prefeitura de Cuiabá publicou (AQUI) as regras que orientam o processo de seleção e sorteio das famílias aptas ao Programa Habitacional…
GeralFlamengo dispara rumo ao título do Brasileirão 2025
O empate por 1 a 1 entre Flamengo e Atlético-MG, nesta terça-feira (25), na Arena MRV, teve sabor de quase-consagração. Com o gol salvador…

