L’Équipe: “PSG supera RB e avança à primeira final de Champions”
Fonte: Msn O PSG teve de esperar 25 anos, metade de sua vida, para voltar a uma semifinal de Champions, antes de tentar a sorte novamente. Mas desta vez, não perdeu. Vencedor com autoridade sobre o RB Leipzig (3-0), em Lisboa, o time classificou-se para a primeira final da Liga dos Campeões da sua história.

Fonte: Msn
O PSG teve de esperar 25 anos, metade de sua vida, para voltar a uma semifinal de Champions, antes de tentar a sorte novamente. Mas desta vez, não perdeu. Vencedor com autoridade sobre o RB Leipzig (3-0), em Lisboa, o time classificou-se para a primeira final da Liga dos Campeões da sua história. A triste memória do fracasso contra o Milan em 1995 foi apagada e o prêmio supremo nunca esteve tão perto. Assim, o PSG torna-se o quinto clube francês a chegar à final de Champions depois de Reims (1956 e 1959), Saint-Étienne (1976), Marselha (1991 e também em 1993, quando venceu) e Mônaco (2004).
Depois de ter ‘tremido’ e ter ficado atrás do placar por muito tempo contra a Atalanta nas quartas, contra o Leipzig os parisienses não deixaram que o adversário decidisse dessa vez. Muito bem organizado no seu 4-3-3, ocuparam perfeitamente os espaços e fizeram com que os alemães corressem muito no primeiro período (70% de posse de bola). Exceto por um lance de Poulsen, o Red Bull nunca se aproximou da gol de Rico. Por outro lado, Neymar e Cia. sempre rondaram a casa do goleiro Gulacsi. Pressão que deu certo, pois Marquinhos abriu o placar logo aos 13.
Mbappé e Neymar, com uma cobrança de falta inteligente na trave quase marcaram, antes de Di Maria em passe de Ney ampliasse. Vale lembrar o grande jogo do argentino. Suspenso, ele não enfrentou a Atalanta e esteve envolvido em todos os gols do Paris contra o RB. , ex-jogador do Real Madrid, vencedor do C1 em 2014, ofuscou um pouco seus dois parceiros de ataque, Mbappé em particular, infeliz em suas três tentativas.
Na etapa final, o Paris manteve-se calmo e em pleno momento se supermacia alemã, ainda encontrou uma forma de fazer o terceiro gol, validado por vídeo, de Bernat, sempre presente em partidas importantes.
A final de domingo será simplesmente a maior da história do clube. No ano do cinquentenário, o PSG finalmente terá a oportunidade de erguer a orelhuda, objetivo final desde a sua chegada do dinheiro qatari em 2011. Para isso, terá que se livrar do Bayern ou do Lyon novamente. Um último esforço para um presente memorável.
Redação do Fala Meu Povo MT.
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