Após depoimento, presidente da AL cobra que Lindomar cite nomes e ‘prenda’ quem pediu favorecimento a parlamentares
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (PSB), afirmou que ‘quer acreditar’ que o que foi dito pelo delegado Lindomar Aparecido Tofoli, ouvido como testemunha na Corregedoria da Polícia Civil, sobre suposto uso político da Delegacia Fazendária (Defaz), não é verdade. Russi, no entanto, disse que se o depoimento

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (PSB), afirmou que ‘quer acreditar’ que o que foi dito pelo delegado Lindomar Aparecido Tofoli, ouvido como testemunha na Corregedoria da Polícia Civil, sobre suposto uso político da Delegacia Fazendária (Defaz), não é verdade. Russi, no entanto, disse que se o depoimento for verdadeiro, o delegado deveria citar nomes e ‘tomar providências’ para que a pessoa fosse presa.“Se tem deputados [envolvidos], tem que citar os nomes, quais foram os motivos e se alguém pediu para beneficiar algum parlamentar ou alguém do governo ou coisa parecida, ele como delegado deve ter uma função de cobrar a lei e tem que prender essa pessoa. Acho que nenhum favorecimento pode acontecer, então quero acreditar que não teve”, afirmou Russi nesta terça-feira (31).
Na última quinta-feira (26), Tófoli afirmou que deputados da época em que Silval Barbosa era governador, ‘pediram sua cabeça’, ao descobrirem que estavam sendo investigados por ele. Além disso, disse que foi trocado de delegacia logo após cumprir um mandato contra o irmão da atual deputada Janaina Riva (MDB), José Geraldo Riva Júnior.
“Mas quem pediu? [que ele beneficiasse deputados] Se alguém pediu a ele por isso, ele deveria prender essa pessoa, acho que não é cabível que alguém peça a um delegado para beneficiar numa investigação, eu quero acreditar que isso não aconteceu porque se eu fosse delegado com certeza eu tomaria providências para com essa pessoa que fez esse pedido”, completou o presidente.
“Tem que citar nomes, tem que ser mais específico, é muito fácil você jogar algo no vento e deixar solto. Não, a gente tem que ser específico, por isso, por isso e por aquilo, e aí se porventura teve alguma interferência tem que punir as pessoas que fizeram isso. Eu quero crer e acredito muito na Polícia Civil, acredito muito nas nossas forças de segurança que tem feito um grande trabalho e que não desvirtua em nada o nosso trabalho”, finalizou Russi.
Fonte: Olhar Direto
Redação do Fala Meu Povo MT.
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