TJ concede liberdade para ‘traficante baladeiro’ após 9 dias preso
Alvo da Operação Doce Amargo Luiz Fernando Kormann Junior, preso no dia 24 de março, conseguiu habeas corpus e já está em liberdade. A operação desarticulou uma quadrilha especializada em tráfico de drogas sintéticas e resultou na prisão de 7 traficantes, sendo que dois deles já estão soltos. A ação foi assinada na última terça-feira

Alvo da Operação Doce Amargo Luiz Fernando Kormann Junior, preso no dia 24 de março, conseguiu habeas corpus e já está em liberdade. A operação desarticulou uma quadrilha especializada em tráfico de drogas sintéticas e resultou na prisão de 7 traficantes, sendo que dois deles já estão soltos.
A ação foi assinada na última terça-feira (29) e encaminhada à 9ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá. De acordo com a defesa, a decisão de prender Kormann ocorreu sem um motivo concreto e por mera “suposição” das autoridades policiais.
“Não foi mencionada nenhuma conduta concreta do paciente; não ficou demonstrado que o paciente poderia ocultar provas; não foi alegado como o paciente poderia prejudicar o processo, caso estivesse solto”, diz trecho do habeas corpus.
O pedido de liminar foi deferido pela Justiça, que concedeu a liberdade ao preso. Além disso, foi determinada as cautelares, como instalação de tornozeleira eletrônica, não se comunicar os outros acusados, além de comparecer em juízo.
Mais um solto
Ainda na noite de sexta-feira (1), foi colocado em liberdade Everton Luis Botelho de Miranda, conhecido como Mirandinha. Ele é um dos 7 acusados presos na operação. A defesa do suspeito é feta pelo advogado Akio Gustavo Maluf Sasaki. A soltura se deu por falha processual da primeira instância.
Doce Amargo
Segundo a polícia, a operação foi deflagrada após a prisão de um traficante em dezembro de 2021. Com ele, no dia do flagrante, a polícia apreendeu cocaína, arma de fogo, munições, bloqueadores de sinais e outros.
Com base na investigação, foi descoberta uma quadrilha que atuava na venda de drogas usadas, na maioria das vezes, em festas, como: ecstasy, MDMA e o LSD, também conhecidos como ‘bala’, ‘roda’, e ‘doce’.
Todos os alvos da operação têm alguma ligação com este primeiro criminoso preso. Agora, eles ficam presos por 30 dias, podendo ter a prisão convertida em preventiva com base no andamento das investigações. O trabalho continua para analisar o material apreendido durante o cumprimento dos mandados.
Fonte: Gazeta Digital
Redação do Fala Meu Povo MT.
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