Um homem foi preso em uma operação de combate a crimes ambientais na Reserva de Guariba, em MT
Operação Julho Verde: Força-Tarefa Combate Crimes Ambientais em Colniza A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e a Delegacia Especializada do Meio Ambiente da Polícia Civil, em conjunto com a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Ibama, realizaram entre os dias 29 de julho e 8 de agosto a “Operação Julho Verde”. A ação,

Operação Julho Verde: Força-Tarefa Combate Crimes Ambientais em Colniza
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e a Delegacia Especializada do Meio Ambiente da Polícia Civil, em conjunto com a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Ibama, realizaram entre os dias 29 de julho e 8 de agosto a “Operação Julho Verde”. A ação, focada no combate a crimes ambientais, teve como alvo a região do distrito de Guariba, em Colniza, resultando na prisão em flagrante de um suspeito.
Durante a operação, foi inaugurada a Base Integrada de Segurança do Distrito de Guariba, que servirá como ponto de apoio para operações futuras. A base facilitará o trabalho conjunto de diversas forças, incluindo a Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e outros órgãos envolvidos na repressão a atividades ilegais que afetam o meio ambiente.
Os agentes concentraram seus esforços em áreas críticas, como a Reserva Extrativista de Guariba-Roosevelt, identificadas por alertas de desmatamento e outras atividades ilícitas via Plataforma Planet. Inicialmente, nove pontos de alerta foram definidos como prioritários, mas, ao longo da operação, outros locais também foram inspecionados.
As autoridades lavraram diversos autos de infração e apreensão, além de termos de depósito e inspeção. Um auto de prisão em flagrante foi emitido por uma série de crimes, incluindo a destruição de florestas nativas e a caça ilegal de animais silvestres, em desacordo com a Lei de Crimes Ambientais nº 9605/1998. O suspeito também foi autuado por posse irregular de arma de fogo.
A delegada titular da Dema, Liliane Murata, destacou que os responsáveis por esses crimes enfrentarão consequências nas esferas criminal, administrativa e civil. “Além de responder criminalmente, os envolvidos serão submetidos a processos administrativos e poderão ser responsabilizados civilmente pelos danos causados”, afirmou Murata.
Da Redação com informações do Olhar Direto
Redação do Fala Meu Povo MT.
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