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Polícia 1 de setembro de 2024

Pistola apreendida pela Polícia Civil foi confirmada por uma perícia como a arma utilizada na execução de um PM em MT

Perícia confirma uso de arma apreendida em operação policial na execução de sargento em Pedra Preta Uma pistola calibre 9mm, apreendida pela Polícia Civil durante a Operação Black Stone em março deste ano, foi confirmada pela perícia balística como a arma usada na execução do sargento da Polícia Militar, Djalma Aparecido da Silva, de 47

Foto: Reprodução

Perícia confirma uso de arma apreendida em operação policial na execução de sargento em Pedra Preta

Uma pistola calibre 9mm, apreendida pela Polícia Civil durante a Operação Black Stone em março deste ano, foi confirmada pela perícia balística como a arma usada na execução do sargento da Polícia Militar, Djalma Aparecido da Silva, de 47 anos. O crime ocorreu em 22 de janeiro na cidade de Pedra Preta, sul do estado.

Djalma foi morto a tiros no rosto enquanto caminhava na calçada do centro de eventos da cidade. A arma utilizada no crime foi apreendida com Graciel da Silva Muniz, de 29 anos, apontado como o principal alvo da Operação Black Stone. Durante o cumprimento dos mandados de prisão e busca e apreensão, Graciel reagiu à abordagem policial e foi morto no local, um prédio de quitinetes próximo à UFMT, em Cuiabá.

Graciel era o principal suspeito na segunda fase da investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis e era considerado um dos executores do homicídio do sargento Djalma. Com ele, foram apreendidas duas pistolas de calibre 9mm, sendo uma delas a arma confirmada como a utilizada no assassinato.

O delegado Santiago Rozendo Sanches destacou que a confirmação da perícia sobre o uso da arma reforça os elementos probatórios reunidos durante a investigação.

Operação Black Stone

A Operação Black Stone foi deflagrada após a Derf Rondonópolis identificar os responsáveis pelo monitoramento e vigilância da vítima, tanto em Pedra Preta, no dia do crime, quanto em Alto Taquari, onde o policial militar também prestava serviço. Além disso, a polícia identificou os executores diretos do homicídio e o apoio operacional dado à ação criminosa.

No dia 25 de março, foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva contra os envolvidos no assassinato do policial militar. O inquérito foi concluído em abril, com o indiciamento de quatro pessoas por homicídio qualificado e integração em organização criminosa. A investigação concluiu que o homicídio foi motivado por razão torpe, representou perigo comum, foi praticado de forma que dificultou a defesa da vítima e teve como alvo um agente de segurança pública.

 

 

Da Redação com informações do PJC-MT

redaçao

Redação do Fala Meu Povo MT.

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