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Política 25 de fevereiro de 2025

Educadores discutem a possível paralisação após a administração municipal não atender às demandas da categoria

Profissionais da educação de Lucas do Rio Verde entram em greve geral a partir de sexta-feira Os profissionais da educação da rede municipal de Lucas do Rio Verde, a 333 km de Cuiabá, decidiram entrar em greve geral a partir desta sexta-feira (28). A decisão foi tomada após a análise das respostas enviadas pela Prefeitura

Foto: Sintep-MT

Profissionais da educação de Lucas do Rio Verde entram em greve geral a partir de sexta-feira

Os profissionais da educação da rede municipal de Lucas do Rio Verde, a 333 km de Cuiabá, decidiram entrar em greve geral a partir desta sexta-feira (28). A decisão foi tomada após a análise das respostas enviadas pela Prefeitura Municipal em relação às reivindicações da categoria.

Na Assembleia Geral Extraordinária, realizada na última segunda-feira (24), os profissionais rejeitaram por unanimidade todas as respostas apresentadas pelo poder executivo municipal. Segundo a categoria, não houve avanços concretos nas negociações, nem propostas que atendessem minimamente às demandas da educação.

Entre os principais pontos reivindicados estão o reajuste salarial com ganho real, a recomposição do salário do magistério, a criação de um plano de concessão de licença-prêmio, a definição de um calendário de pagamentos, a valorização dos profissionais aposentados e a ampliação da formação profissional. Também fazem parte das demandas a reestruturação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), a implementação da jornada única de 30 horas, a melhoria das condições estruturais das escolas, mudanças no pagamento de substituições, a participação do sindicato nas decisões legislativas e a garantia de reposição sem cortes salariais.

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), subsede de Lucas do Rio Verde, destacou que a paralisação ocorrerá de forma pacífica e organizada, com a manutenção de 30% dos profissionais em atividade, garantindo o atendimento essencial nas escolas municipais. O sindicato também assegura que as aulas serão integralmente repostas ao fim da greve, cumprindo o cronograma de 200 dias letivos e 800 horas-aula previstas em lei.

A presidente da subsede do Sintep, Márcia Bottin, reforçou o compromisso com a educação pública de qualidade e a valorização dos profissionais do setor. “Exigimos que o poder executivo municipal adote uma postura aberta ao diálogo e apresente propostas concretas que atendam às necessidades da categoria”, afirmou.

 

 

 Da Redação com informações do Olhar Direto

redaçao

Redação do Fala Meu Povo MT.

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