O ex-goleiro Bruno Fernandes se manifestou após a divulgação da informação de que o passaporte de Eliza Samudio foi localizado em uma residência em Portugal no fim de 2025. O documento pertencia à modelo e atriz, assassinada em 2010, em um dos crimes mais emblemáticos do país.
De acordo com as informações, o passaporte foi encontrado durante uma organização de pertences em um imóvel português. Eliza teria perdido o documento em 2007, período em que morou na Europa, antes de retornar ao Brasil. A localização do passaporte não altera as investigações já concluídas sobre o caso, mas reacendeu debates e especulações nas redes sociais.
Por meio de sua defesa, Bruno afirmou que o surgimento do documento não traz qualquer fato novo ao processo e reforçou que o caso foi amplamente investigado e julgado pela Justiça brasileira. O ex-atleta destacou ainda que cumpre as determinações legais impostas a ele e tenta reconstruir a vida longe dos holofotes.
Especialistas em direito penal ouvidos pela reportagem explicam que a descoberta do passaporte não tem impacto jurídico, já que a morte de Eliza Samudio foi comprovada com base em provas testemunhais, periciais e na confissão de envolvidos, apesar de o corpo nunca ter sido encontrado.
O caso Eliza Samudio segue sendo um dos episódios mais marcantes da crônica policial brasileira, e qualquer novo elemento relacionado à vítima costuma gerar forte repercussão pública, mesmo sem efeitos práticos no âmbito judicial.


















