A expressão “dark horse”, que ganhou espaço em declarações relacionadas a Flávio e Jair Bolsonaro, é utilizada para definir uma pessoa ou grupo que não aparece inicialmente entre os favoritos de uma disputa, mas pode surpreender e conquistar uma posição de destaque.
Em tradução literal, “dark horse” significa “cavalo escuro”. No uso figurado, porém, o termo não está relacionado ao animal. A expressão passou a ser empregada para indicar um concorrente considerado improvável, desconhecido ou subestimado que acaba apresentando um desempenho acima das expectativas.
O conceito pode ser aplicado a diferentes contextos, como eleições, competições esportivas e disputas profissionais. Em uma eleição, por exemplo, um candidato que começa com pouca projeção e posteriormente ganha força pode ser classificado como um “dark horse”.
A expressão também pode ser usada quando não há um favorito claro ou quando um nome inicialmente considerado pouco competitivo passa a reunir condições de surpreender os demais concorrentes.
Assim, quando alguém é descrito como um “dark horse”, a ideia central é a de uma figura que chega à disputa sem estar entre os principais cotados, mas que possui potencial para surpreender e alterar o cenário.











