Buscas por professor desaparecido em Várzea Grande passam de dez dias sem novas informações

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Crédito: reprodução
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As buscas pelo professor Breno Humberto de Moraes já duram mais de dez dias desde o desaparecimento, ocorrido em 26 de setembro. Ele deixou a residência para se encontrar com uma pessoa e, desde então, não foi mais visto. A Polícia Civil informou que o caso é considerado de alta complexidade e continua sendo investigado.

Segundo familiares, Breno saiu de casa com destino a uma sorveteria. Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento em que ele embarcou em uma motocicleta acompanhado de outra pessoa. Depois disso, não houve mais registros do professor.

As imagens também mostram a passagem de um carro preto logo após a saída da motocicleta. A circunstância chamou a atenção dos investigadores e passou a fazer parte das apurações sobre o desaparecimento.

O delegado Bruno Abreu, responsável pelo caso, afirmou que a polícia já identificou um suspeito. No entanto, detalhes sobre a pessoa investigada não foram divulgados.

O irmão de Breno relatou nas redes sociais que, alguns dias depois do desaparecimento, enviou mensagens para o celular do professor e recebeu respostas. Segundo ele, porém, a maneira de escrever era diferente da habitual.

Diante da desconfiança, o familiar pediu que fosse enviada uma fotografia. Na imagem recebida, ele percebeu que a pessoa não apresentava uma tatuagem no braço direito, uma característica que Breno possui.

Após ser questionada sobre a ausência da tatuagem, a pessoa que estava respondendo às mensagens teria apagado as fotografias e a conversa e desligado o celular. Desde então, o aparelho não voltou a ser ligado.

Até o momento, não foram esclarecidas as circunstâncias do desaparecimento nem a possível motivação para o caso. Também não há confirmação sobre o estado de Breno.

As investigações continuam, e as equipes responsáveis pelo caso seguem em busca de informações que possam ajudar a localizar o professor e esclarecer o que aconteceu.