Neste sábado (30 de agosto), começaram a circular nas redes sociais especulações de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria falecido. Os rumores ganharam força pelo fato de ele não ter feito aparições públicas desde a última sexta-feira (22), quando recebeu na Casa Branca o presidente da FIFA, Gianni Infantino.
Durante essa reunião, chamou atenção o fato de a mão direita do presidente estar maquiada, possivelmente para disfarçar hematomas. Em julho, a Casa Branca havia informado que Trump foi diagnosticado com insuficiência renal crônica — condição que pode provocar inchaços e manchas arroxeadas. Apesar disso, a equipe médica garantiu que o quadro não representa riscos graves.
Promessas econômicas
Mesmo diante dos boatos, Trump participou de uma reunião de gabinete no dia 26 de agosto, onde defendeu novas tarifas sobre a indústria de móveis. Segundo ele, a medida seria essencial para fortalecer a produção interna, sobretudo nos estados da Carolina do Norte e Carolina do Sul.
O republicano também comemorou acordos comerciais firmados recentemente com parceiros como União Europeia, Japão e Coreia do Sul. Sobre os sul-coreanos, disse ter ficado receoso quanto à postura do país, mas destacou que o acordo foi respeitado.
“Agora, países estão pagando trilhões de dólares em tarifas para poder negociar. Isso já reduziu nosso déficit comercial pela metade em poucos meses”, afirmou.
Trump ainda mencionou iniciativas para reduzir os custos de medicamentos nos EUA, acusando outras nações de se beneficiarem do sistema norte-americano. Ele ressaltou que conta com apoio de empresas e governos estrangeiros para implementar o programa de “Nação Mais Favorecida”.
“Esses países não estão aceitando minhas condições porque querem ser generosos, mas porque sabem que, caso contrário, eu cobrarei tarifas”, concluiu.
Fonte: Portal Terra