A Copa do Mundo de 2026 começa nesta quinta-feira com números inéditos e a promessa de se tornar a maior edição da história do torneio. Disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, a competição contará com 48 seleções participantes, 16 cidades-sede e 104 partidas, ampliando significativamente o alcance do principal evento do futebol mundial.
A Seleção Brasileira chega ao Mundial em busca do sexto título e tenta encerrar um jejum que já dura 24 anos. Pentacampeão mundial, o Brasil não conquista a taça desde 2002 e inicia sua trajetória no Grupo C, onde enfrentará Marrocos, Haiti e Escócia na fase inicial da competição.
A estreia brasileira está marcada para o dia 13 de junho, diante da seleção marroquina, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Depois, a equipe encara o Haiti e a Escócia na tentativa de garantir uma das vagas para a fase eliminatória.
O último título mundial segue vivo na memória dos torcedores. Em 2002, a equipe comandada por Luiz Felipe Scolari superou dúvidas e críticas para levantar a taça na Coreia do Sul e no Japão. A campanha teve nomes como Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Kaká, marcando a conquista do pentacampeonato.
Agora, a esperança brasileira está depositada no trabalho de Carlo Ancelotti, responsável por conduzir a equipe no torneio. O treinador convocou 26 atletas para a competição, mas precisou fazer uma alteração após a lesão de Wesley em amistoso preparatório. Para a vaga, foi chamado Éderson, da Atalanta.
Além da expectativa esportiva, torcedores também observam coincidências envolvendo campanhas vitoriosas anteriores. Entre elas, o fato de o Brasil voltar a disputar uma Copa após 24 anos sem títulos, repetindo o intervalo que separou as conquistas de 1970 e 1994. Outra curiosidade é que a equipe novamente inicia sua trajetória no Grupo C, mesma chave da campanha do pentacampeonato.
Os países-sede também despertam lembranças positivas para os brasileiros. O México recebeu a Copa de 1970, vencida pelo Brasil com Pelé como principal destaque. Já os Estados Unidos sediaram o Mundial de 1994, quando a Seleção conquistou o tetracampeonato.
O retorno de Neymar após um período marcado por problemas físicos também aumenta a expectativa dos torcedores. O camisa 10 chega ao torneio cercado por questionamentos, mas busca desempenhar papel decisivo em uma campanha que pretende recolocar o Brasil no topo do futebol mundial.
Além da disputa pelo título, a Copa de 2026 pode entrar para a história por diversos recordes. O aumento no número de seleções e partidas cria a possibilidade de superar marcas de gols, cartões e participações. Entre os destaques individuais, Lionel Messi pode ampliar seus números históricos em Copas do Mundo, enquanto Kylian Mbappé aparece entre os candidatos a alcançar marcas expressivas de artilharia.
Com estrutura ampliada, novos formatos e uma disputa envolvendo as principais potências do futebol mundial, a Copa do Mundo de 2026 começa cercada por expectativas. Para o Brasil, o objetivo é claro: transformar a esperança da torcida em uma campanha capaz de encerrar a espera pelo tão sonhado hexacampeonato.





















