O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (20), a Operação “Aqua Ilícita” para desarticular uma organização criminosa envolvida em extorsão, lavagem de dinheiro e manipulação de preços no comércio de água mineral em Mato Grosso.
A investigação revelou que o grupo exigia pagamentos ilegais de comerciantes e controlava a distribuição do produto, aumentando os preços para os consumidores e enriquecendo criminosos que aterrorizavam a população.
Mandados e abrangência da operação
Ao todo, foram expedidos 60 mandados de busca e apreensão, 12 mandados de prisão e ordens de sequestro de bens e valores ilícitos, incluindo 33 veículos.
A operação ocorre simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande, Nobres e Sinop, mobilizando 340 policiais militares e 60 agentes do Gaeco.
Investigação e estrutura criminosa
O serviço de inteligência da Polícia Militar, em parceria com o Gaeco, constatou que os criminosos exploravam os comerciantes, cobrando valores abusivos para permitir a venda de água mineral. A organização criminosa estava em fase de expansão e buscava ampliar seus lucros por meio de atividades ilegais.
As autoridades seguem com as investigações para identificar e prender todos os envolvidos, além de garantir que os responsáveis sejam punidos e que os prejuízos causados ao mercado e à população sejam minimizados.
FONTE – RESUMO