Pivetta, que assumiu o comando do Estado há duas semanas e busca a reeleição, classificou Galvan como um “amigo de longa data” e destacou sua liderança no setor produtivo.
“Galvan é um amigo de longa data. É um agricultor simples que exerce uma liderança importante no setor que sustenta Mato Grosso, com posições firmes. Já militamos junto na política partidariamente e estamos nos encontrando agora de novo com os mesmos ideais, os mesmos objetivos”, disse o Pivetta.
Em resposta, Galvan ressaltou a trajetória de ambos como pioneiros no estado, afirmando que o encontro não é uma surpresa, pois ambos compartilham a missão de trabalhar pelo desenvolvimento de Mato Grosso.
“Estamos aqui há 40 anos, o governador e eu, chegou acho que um pouquinho antes até, mas saiu de surpresa, que ao mesmo tempo não é surpresa, que nós viemos aqui para trabalhar”, disse Galvan.
A aproximação entre Pivetta e Galvan mostra a dificuldade de Wellington Fagundes em unificar a base da direita no estado. Apesar de ter o aval de Jair Bolsonaro, Fagundes enfrenta resistência de alas que preferem Pivetta.
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), por exemplo, já declarou que pretende pedir votos para os dois candidatos, enquanto o deputado Gilberto Cattani (PL) defende que o partido mantenha distância de nomes ligados ao grupo político do ex-governador Mauro Mendes (UNIÃO).
Pivetta, por outro lado, já tem definido Mauro Mendes como o principal nome para uma das duas vagas ao Senado. A segunda vaga, no entanto, permanece em aberto e, aproveitando esse espaço, Galvan pode buscar o apoio do Palácio Paiaguás.



















