Polícias, Estado e família

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Foto: Reprodução
CAMARA VG

O cenário da segurança pública no Brasil e bem-estar dos familiares deveria ser considerado prioritário. Quão importante é o debate público, tudo para que polícias sintam confortáveis no ambiente de trabalho.

O panorama do `crime organizado’ é cruel, pois constroem sempre novas estruturas, agindo com extrema violência, tentando desestruturar o impacto das ações dos heróis/ polícias.

O fato é que os políticos podem e devem visitar locais de trabalho das polícias e gerar modelos avançados de polícia/sociedade. Os políticos vivem e sobrevivem em zona de conforto e segurança, desde então, por favor pense no projeto de qualidade para polícias.

Polícia tem família, evidencia que este provedor/polícias, deverá estar bem fisicamente/mentalmente para servir a sociedade. Isto é importante repensar ações das autoridades em propiciar melhorias. Elas/autoridades também dependem do mental/psicológico das polícias.

É notável avanços tecnológicos no trabalho, contudo é evidente que reformas estruturais precisam ser pautadas.

Nós sociedade temos nossa zona de conforto após o trabalho, sabemos que podemos chamar os trabalhadores de plantão: polícias.

As polícias quando não estão de `plantão` sentem ‘liberdade? ‘Livre, leve e solto’? O Estado propicia zona de lazer eficiente/segura? Terapia? Saúde de qualidade? Salário justo?

Celeridade poderes para valorizar profissionais da segurança pública.

Graci Ourives de Miranda é professora e escritora.

Fonte: Informações/ Olhardireto