Para reduzir custos, Prefeitura manda retirar catracas do terminal do CPA III e espaço funcionará de forma aberta

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Foto: Reprodução
ALMT TRANSPARENCIA

Olhar Direto

As catracas do Terminal Urbano do CPA III serão definitivamente retiradas e o espaço passará a funcionar de forma aberta, a partir do próximo dia 28 de agosto. A medida, adotada ela Prefeitura de Cuiabá, visa reduzir custos no sistema de transporte público da Capital e combater o alto índice de evasões. O sistema adotará, de agora em diante, o modelo de funcionamento existente na Praça Bispo Dom José, que também operava como terminal de ônibus até o ano de 2005.


Com a retirada das roletas de ambas as entradas, a integração passará a funcionar através do cartão transporte TEM. Nesse caso, com exceção de idosos que não possuem o cartão Melhor Idade, o embarque dos passageiros ocorrerá somente pela porta dianteira.

De acordo com a Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), assim como vigora atualmente em todo o município, cada bilhete terá a validade de duas horas, ficando nesse período assegurado o direito do usuário de integração sem que haja uma nova cobrança tarifária. A Secretaria esclarece ainda que, caso ocorra alguma cobrança indevida, o cidadão pode dirigir-se até a sede da AMTU ou procurar a unidade móvel instalada dentro do próprio espaço no CPA III.

O secretário municipal de Mobilidade Urbana, Antenor Figueiredo, destaca que toda a ação será realizada seguindo um planejamento que conta com duas semanas de intensas campanhas orientativas, a fim de deixar o usuário totalmente informado da medida. Ele conta ainda que, durante os primeiros dias de adaptação, agentes técnicos estarão no local prestando total auxílio aos passageiros.

“Nosso intuito com essa nova forma de funcionamento é eliminar esse grande número de pessoas que, infelizmente, ainda usam da prática de burlar o sistema, prejudicando os demais usuários do nosso transporte público. Com o terminal aberto a gente consegue combater essa evasão e reduzir consideravelmente os prejuízos financeiros, o que reflete diretamente no preço da passagem. Quando todos pagam, todos pagam menos”, argumentou o secretário. 

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