Mauro cita ‘cheiro de armação’ e reforça que PF se equivocou ao incluir o nome de seu filho em lista de investigados

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Foto: Mayke Toscano/Secom-MT
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O governador Mauro Mendes (União) reforçou que é um grande equívoco da Polícia Federal (PF) ter incluído o nome do seu filho, o empresário Luis Antônio Taveira Mendes, na lista de investigados da Operação Hermes (Hg) II, que apura comércio ilegal de mercúrio, usado para extração de ouro.

Mendes ratificou o que havia escrito na nota publicada logo após a deflagração da operação, em que a PF teria pedido a prisão de seu filho, mas que foi negada pela Justiça, de que ele não era administrador de uma das empresas investigadas há muito tempo.

“É um grande equívoco da Polícia Federal, isso vai ser demonstrado nos autos, um grande equívoco, mas isso vai ser demonstrado com tranquilidade. Quem está ao lado da verdade de Deus não teme nada, eu não tenho menor preocupação e foi dito na nota, dali ele não era administrator, ele já saiu há algum tempo da administração, alguém cometeu o erro de comprar, a empresa vai ter que responder e quem fez alguma coisa errada vai ter que responder”, destacou em entrevista à imprensa nesta terça-feira (21).

Ele comentou que, o caso todo, tem cheiro de armação, mas, que diferente do que estão fazendo com ele e sua família, não vai atacar ninguém sem ter provas concretas.

Mauro ainda relembrou que desde que entrou na política, as empresas de sua família têm sido alvo de operações. O governador citou, por exemplo, a Operação Ararath que, segundo ele, anos depois foi demonstrado que seu negócio não teve nenhum tipo de vinculação com os ilícitos investigados.

“Não sei a natureza disso, eu tenho que entender melhor para fazer esse ato, mas na política sempre tem isso, sempre tem adversários que potencializam, como nunca conseguiram me atacar como governador, pode ver ao longo dos anos que estou na política, como prefeito e como governador eu nunca fui atacado, agora minhas empresas é o tempo todo. A Operação Ararath foi uma coisa dessa, depois de três anos foi tudo arquivado. A Casa de Pedra ficou 10 anos para provar depois de um longo inquérito, que estava certo, não tinha nada daquilo, nada que foi dito. Paciência e tranquilidade”, frisou.

 

Fonte: Olhardireto

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