“Nomes mais fortes são o meu e do Blairo; os outros são fracos”

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Foto: Reprodução
CAMARA VG

Midia News

O deputado federal Carlos Bezerra (PMDB) voltou a afirmar que tende a concorrer a uma das duas vagas ao Senado disponíveis para a eleição de 2018.

Segundo o congressista, a militância do partido, além de outras siglas de oposição, acreditam que ele e o ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) sejam os nomes mais fortes para o pleito.

“Não está no meu radar, mas está no radar do PMDB, que quer que eu seja candidato ao Senado. E a maioria dos partidos de Mato Grosso, que temos conversado, também tem esse desejo. Eles acham que a vaga do Senado deve ser do PMDB e que o nome seria o meu”, disse ao MidiaNews.

“Além disso, os nomes mais fortes para o Senado são o meu e do Blairo, que ainda é um candidato forte. Os outros são muito fracos”, completou.

Até o momento, são pré-candidatos ao Senado o deputado federal Valtenir Pereira (PSB), e deputado estadual Zeca Viana (PDT). Blairo, que está licenciado do cargo por conta da função no Governo Michel Temer, e o senador José Medeiros (PSD), já disseram que irão buscar a reeleição.

Outros nomes que também podem concorrer são o vice-governador Carlos Fávaro (PSD), o deputado federal Nilson Leitão (PSDB), o secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, Jaime Campos (DEM), e o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB).

“Meu partido quer que eu seja candidato ao Senado. A base do partido. Mas ainda estamos analisando”, afirmou Bezerra.

Outra possibilidade que Bezerra analisa é a aposentadoria. Conforme disse no início do ano, sua esposa, a secretária ligada ao Ministério do Turismo Teté Bezerra (PMDB), pediu que eles se mudem para Lisboa, em Portugal, assim que seu mandato encerrar em 2018.

“Vamos resolver até o final do ano. Eleições não têm nada resolvido. Vamos resolver isso no final do ano”, completou.

Delatados

Bezerra a Blairo foram citados na delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) na Procuradoria Geral da República.

Segundo Silval, o ministro teria dado R$ 3 milhões para os ex-secretário de Estado, Eder Moraes, mudar seu depoimento a respeito de um esquema de compra de uma vaga no Tribunal de Contas do Estado. Além disso, é acusado de dar uma espécie de mensalinho para deputados estaduais de modo a ter apoio do Legislativo.

Já Bezerra é acusado de receber R$ 4 milhões para apoiar uma candidatura a prefeito em Cuiabá.

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