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Geral 8 de agosto de 2017

Paulo Taques pede liberdade no Superior Tribunal de Justiça

Olhar Direto O ex-secretário de Casa Civil de Mato Grosso, Paulo Taques, impetrou habeas corpus nesta segunda-feira (07) com pedido de liberdade no Supremo Tribunal Federal. Ele é suspeito de participar de um esquema que grampeou ilegalmente vários números telefônicos em Mato Grosso. Conforme os autos, a banca de defesa de Taques é formada por

Foto: Rogério Florentino Pereira/Olhar Direto

Olhar Direto

O ex-secretário de Casa Civil de Mato Grosso, Paulo Taques, impetrou habeas corpus nesta segunda-feira (07) com pedido de liberdade no Supremo Tribunal Federal. Ele é suspeito de participar de um esquema que grampeou ilegalmente vários números telefônicos em Mato Grosso.

Conforme os autos, a banca de defesa de Taques é formada por Camila Torres de Brito, Ilton Norberto Filho e Luiz Gustavo de Carvalho.  O último é desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
 
O habeas corpus foi distribuído ao ministro Reynaldo Soares da Fonseca, da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça.
 
A prisão preventiva de Taques foi determinada pelo desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Perri é o relator dos processos relacionado aos grampos no estado. 

O caso

Reportagem do programa "Fantástico", da Rede Globo, revelou na noite de 14 de maio que a Polícia Militar em Mato Grosso “grampeou” de maneira irregular uma lista de pessoas que não eram investigadas por crime.
 
A matéria destacou como vítimas a deputada estadual Janaína Riva (PMDB), o advogado José do Patrocínio e o jornalista José Marcondes, conhecido como Muvuca. Eles são apenas alguns dos “monitorados”.

O esquema de “arapongagem” já havia vazado na imprensa local após o início da apuração de Fantástico.
  
Barriga de aluguel
 
Os grampos foram conseguidos na modalidade “barriga de aluguel”, quando investigadores solicitam à Justiça acesso aos telefonemas de determinadas pessoas envolvidas em crimes e no meio dos nomes inserem contatos de não investigados.

Neste caso específico, as vítimas foram inseridas em uma apuração sobre tráfico de drogas.

redaçao

Redação do Fala Meu Povo MT.

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