Mauro diz que agro está bem e que medidas tomadas em 2019 permitiram tranquilidade no começo da pandemia


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Foto: Reprodução

Fonte: Olhar Direto

O governador Mauro Mendes (DEM), em entrevista ao canal CNN Brasil, na noite desta quinta-feira (21), disse que as medidas econômicas tomadas por seu governo em 2019 estão possibilitando um enfrentamento mais tranquilo ao início da pandemia do coronavírus. Afirmou ainda que o agronegócio está indo bem neste período de crise e elogiou a postura do presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) durante a reunião com os governadores nesta manhã.

Em reunião via internet, Mendes, assim como os 26 governadores dos estados e do Distrito Federal, conversaram com o presidente da República, que garantiu que nas próximas horas irá sancionar o socorro de R$ 60 bilhões as prefeituras e aos governos estaduais.

“Foi uma reunião de muita satisfação, uma reunião bastante equilibrada, com o presidente bastante sensato. Senti ele um pouco mais propositivo e sai bastante feliz da reunião”, disse o governador, que também explicou que Mato Grosso teve um mês de abril tranquilo por conta do ajuste fiscal que ele iniciou em 2019.

“Há um ano quando eu assumi o governo, o Estado estava com 13° atrasados, salários atrasados, dívidas monstruosas com muitos fornecedores. Em implementei um plano de ajuste fiscal, segurando receita e aumentando despesa e para isso eu tive que comprar confusões com o agronegócio, com os servidores, com a indústria e com o comércio, mas graças a Deus, chegamos no final do ano pagando salário em dia, 13° em dia, colocando os fornecedores em dia, e agora estamos nos dando muito bem. Com isso, temos hoje um Governo com as contas em dia e tínhamos uma ‘reservazinha’ que permite estar enfrentando esta pandemia com pouco mais de serenidade. Vamos passar o mês de abril com tranquilidade, mas a ajuda [do Governo Federal] será bem-vinda”, afirmou.

O chefe do Executivo, por fim, avaliou que o agronegócio, principal motor do Estado, está caminhando bem, mas existe a preocupação do Estado em um possível agravamento da crise no futuro.

“O setor de algodão talvez sofra um pouco mais, porque é um bem não tão necessário, pode sofrer uma limitação de demanda nos próximos meses, talvez no próximo ano, mas aqui o setor de soja está muito bem, o milho também, a produção das proteínas animais está muito bem. Não dá para dizer que passaremos incólumes e acho que tem sim alguns sinais de alerta. Hoje o setor está bem, mas não dá ainda para afirmar que este será o cenário de meses subsequentes”, concluiu.

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