terça-feira, 27 de outubro de 202622:07
0 Entrar
Política 27 de agosto de 2020

Leitão aposta em experiência no DF e cita prejuízo com Selma e Fávaro: ‘não tivemos resultados’

Fonte: Olhar Direto Deputado federal por dois mandatos, além de já ter ocupado o cargo de prefeito de Sinop, o pré-candidato ao Senado Nilson Leitão (PSDB) avaliou que o Estado teve um enorme prejuízo financeiro e de representatividade com a cadeira que foi da juíza aposentada Selma Arruda (Podemos) e hoje é ocupada pelo interino

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Fonte: Olhar Direto

Deputado federal por dois mandatos, além de já ter ocupado o cargo de prefeito de Sinop, o pré-candidato ao Senado Nilson Leitão (PSDB) avaliou que o Estado teve um enorme prejuízo financeiro e de representatividade com a cadeira que foi da juíza aposentada Selma Arruda (Podemos) e hoje é ocupada pelo interino Carlos Fávaro (PSD) no Congresso Nacional. O ex-parlamentar também criticou a atuação de políticos novos eleitos em 2018 e crê em sua experiência, junto com a de Jayme Campos (DEM) e Wellington Fagundes (PL), para trazer melhorias para Mato Grossoo e para o Brasil.

Para Leitão, os quase dois anos desde a eleição de 2018, mostraram à população brasileira que o cargo de senador, assim como de deputado federal, não pode ser ocupado por pessoas inexperiente politicamente, que, segundo ele, estão começando a aprender como as coisas funcionam em Brasília durante o mandato.

“Acho que para ser senador a pessoa tem que ter o mínimo de experiência na câmara alta no Congresso brasileiro. Você não pode ir lá para aprender, tem que chegar lá e já ser útil desde o primeiro dia. Eu fui líder sete anos, conheço tudo mundo e tenho boa relação com o Congresso. Isso não quer dizer que sou melhor do que ninguém, mas a minha experiência pode ajudar e muito Mato Grosso. Em 2018, teve este grande número de pessoas novas chegando no Congresso e vimos que não tivemos o resultado que deveríamos ter no Brasil. O próprio partido do presidente elegeu mais de 50 deputados e hoje só 19 sustentam o Governo. O resto brigou e virou oposição”, disse o ex-deputado em entrevista ao Olhar Direto.

Ele também entende que o instabilidade causada pela cassação da juíza aposentada Selma Arruda, assim como os problemas jurídicos envolvendo a posse temporária de Fávaro, e o agendamento de uma nova eleição, estão atrasando o desenvolvimento do Estado no Congresso Nacional.

“Esta questão envolvendo a vaga para o Senado foi um prejuízo enorme para o Estado. A justiça demorou um pouco e veio a pandemia. A eleição é no dia 15 de novembro, mas se for eleito, no dia seguinte eu vou estar em condições de me reunir com o Senado e colocar em pauta os debates que precisamos fazer, principalmente com as obras estruturantes. Com a experiência e o relacionamento que eu tenho lá, é óbvio que vamos fazer as coisas andarem mais depressa”, afirmou.

O ex-deputado, por fim, avaliou que Selma, no curto período em que ficou, teve coragem por se posicionar em temas polêmicos como a CPI da Lava Toga e impeachment de ministros do STF, mas destacou que Fávaro, até o momento, só trabalhou para proteger as grandes fortunas do país.

“A Selma se posicionou, teve um posicionamento conceitual e isso temos que reconhecer. Ela se posicionou sobre o STF, em relação ao Governo e se posicionou politicamente. Agora o Favaro não dá para fazer esta avaliação, pois os dois projetos que ele encaminhou protege apenas as grandes fortunas do país. Não consigo nem avaliar”, concluiu.

redaçao

Redação do Fala Meu Povo MT.

Ver matérias
Receba as notícias no celular:

Mais em Política

Ver editoria