Presidente do PTB lamenta perda de apoio de Alan da Top Gás: “não estamos ofertando nada a ninguém”


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Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Fonte: Olhar Direto

O presidente do PTB em Várzea Grande, Rodrigo Coelho, disse que a falta de apoio do empresário ‘Alan da Top Gás’ é uma perda, mas que o partido não ‘oferta nada a ninguém’. Alan, um dos maiores empresários da cidade, declarou apoio ao candidato Kalil Baracat (MDB), candidato do grupo do senador Jayme Campos (DEM) e da atual prefeita, Lucimar Campos (DEM)

“Nosso trabalho é bem democrático, nós fizemos um convite ao empresário Alan, que representa uma parte de empresários, e ficamos naquela conversa. Nós não estamos ofertando nada a ninguém, a não ser muito trabalho, e foi uma opção pessoal dele, a gente respeita”, disse o presidente. “Para nós é [uma perda]. Todo mundo, isso aqui é a soma dos esforços de todo várzea-grandense, toda população que quer ver uma Várzea Grande grande, gigante, ela está no PTB, ela está na nossa coligação”.

Além de Alan, que seria um apoio empresarial, o PTB também perdeu, logo no início, cerca de 50 filiados. Dentre eles está o secretário municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande, da gestão Lucimar, Silvio Fidelis. Seu pedido de desfiliação do partido foi protocolizado junto a outros, e uma das jusitificativa seria o fato de estarem descontentes com o nome de Emanuelzinho ter sido escolhido de maneira quase singular dentro da cúpula.

Segundo Rodrigo Coelho, Fidelis era um dos nomes cotados para disputar a eleição a prefeito. “O Silvio, quando ele estava filiado no PTB, houve um trabalho também – como para cinco vereadores e outros nomes de empresários que fazem parte do PTB – para ele também ser o postulante à vaga, de prefeito ou de vice-prefeito. Só que nós estávamos trabalhando para compor com chapa pura, e foi o que aconteceu”, disse o presidente. “O Silvio estava trabalhando junto com o PTB para ser um possível candidato, e ele optou por ficar no grupo de lá”.

Silvio, no lançamento da campanha de Kalil Baracat, deu outra justificativa, afirmando que era leal ao grupo dos Campos.  “Eu sou uma pessoa de grupo. Eu fiz a minha desfiliação, não tem pressão, o que você tem que ter é lealdade e gratidão, atitude. Quando você tem atitude você sempre está do lado das pessoas que acreditam e confiam no seu trabalho”, afirmou.

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